À meia noite, eis que novamente se encontravam... Assim sempre foi, quando se tratava do cara de olhos verdes e de Grace Dewitt. Nada tão preposital, tudo quase semi-escondido.
Grace, antes da hora determinada, sentia-se caótica, escolhia mil peças de vestuário para compor o seu visual maquiavélico, até que fim, achou algo que pudesse chocar o seu parceiro. Entrava no carro, assim que ouvisse o barulho baixo soado pelo carro quando chegava perto de sua casa. E lá estava ela. Esperançosa, imaginando como essa noite poderia se suceder.
À meia noite e alguns minutos, paravam no posto conveniência para comprar as 'sempre' cervejas que tomavam para compor o cenário do quarto dele: os melhores abraços do mundo, o filme inteligente,conversas alardeadas e um sexo casual, o que este último os dois definiam "fazer amor"... Logo após, vinha a conversinha quase soando pelos lábios dos dois, um olhava para o outro. Ele com os olhos esverdeados, ela com os olhos de castanhos, fitando-o, como se esperasse que ele fosse lhe revelar algo. Os dois, de tanto se fixarem, acabavam dormindo... quase numa espécie de sono profundo. Grace acordava atordoada, olhando ao relógio que já eram 4 da manhã.
"Preciso ir, já é tarde" - dizia.
"Princesa...Fique mais um pouquinho, vamos deitar um pouco..."- dizia ele.
Ela se rendia à esse pedido e voltava pra cama. Lá ela se entregava novamente a ele.
Quando se vestia, ele sempre elogiava o corpo dela... e fantasiava vê-la despida somente com um sapato salto agulha.
Entram no carro, minuciosamente, para que não acordem a mãe e a irmã dele.
Durante o trajeto, conversas e mais conversas, gostos musicais, enquanto ele acaricia a perna dela com a mão que não utiliza no volante.
Um frio da madrugada. Ela já pensando quando será a próxima vez.
Se despedem com um beijo e com um carinho. Ele espera ela abrir a porta de casa.
Por fim, mais uma noite e um encontro juntos.
Grace, antes da hora determinada, sentia-se caótica, escolhia mil peças de vestuário para compor o seu visual maquiavélico, até que fim, achou algo que pudesse chocar o seu parceiro. Entrava no carro, assim que ouvisse o barulho baixo soado pelo carro quando chegava perto de sua casa. E lá estava ela. Esperançosa, imaginando como essa noite poderia se suceder.
À meia noite e alguns minutos, paravam no posto conveniência para comprar as 'sempre' cervejas que tomavam para compor o cenário do quarto dele: os melhores abraços do mundo, o filme inteligente,conversas alardeadas e um sexo casual, o que este último os dois definiam "fazer amor"... Logo após, vinha a conversinha quase soando pelos lábios dos dois, um olhava para o outro. Ele com os olhos esverdeados, ela com os olhos de castanhos, fitando-o, como se esperasse que ele fosse lhe revelar algo. Os dois, de tanto se fixarem, acabavam dormindo... quase numa espécie de sono profundo. Grace acordava atordoada, olhando ao relógio que já eram 4 da manhã.
"Preciso ir, já é tarde" - dizia.
"Princesa...Fique mais um pouquinho, vamos deitar um pouco..."- dizia ele.
Ela se rendia à esse pedido e voltava pra cama. Lá ela se entregava novamente a ele.
Quando se vestia, ele sempre elogiava o corpo dela... e fantasiava vê-la despida somente com um sapato salto agulha.
Entram no carro, minuciosamente, para que não acordem a mãe e a irmã dele.
Durante o trajeto, conversas e mais conversas, gostos musicais, enquanto ele acaricia a perna dela com a mão que não utiliza no volante.
Um frio da madrugada. Ela já pensando quando será a próxima vez.
Se despedem com um beijo e com um carinho. Ele espera ela abrir a porta de casa.
Por fim, mais uma noite e um encontro juntos.


0 pacientes leram até o final:
Postar um comentário